terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

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Veneza - Italia - Mascaras

 

Hoje, me dei conta pela primeira vez, que o que realmente importa, são os pequenos momentos, o curto espaço de tempo que vivemos em um determinado local, ou com uma determinada pessoa, ou mesmo em uma situação, seja ela no trabalho ou estudos. O que realmente importa, e que faz com que nossos cérebros nunca parem de funcionar, e nunca esqueçam de algo são as lembranças. E com toda esta “ladainha” que está parecendo meio confusa, aprendi, que devemos viver intensamente cada momento de nossas vidas, não se importando muito com o passado e nem com o futuro, claro, tenhamos o bom senso de não cometer loucuras. A “amizade” que lhe importa, é aquela de momento, o romance que realmente importa é o que se vive hoje, o melhor emprego do mundo, é este em que você está atualmente, que lhe tem rendido o suficiente para manter-se, o melhor carro, é o que você possui hoje, não aquele que você talves um dia comprará… Deveriamos agir assim sempre, e com tudo o que possuimos, pois no final,quando você mais precisar, as únicas pessoas que realmente importam e das quais teremos algum suporte são nossos pais.

Por isto seja sempre grato aos seus pais, respeite-os e na medida do possível retribua ao máximo o que fizeram por você. Não que eles estejam contando com isto, mas sim porque eles merecem, e muito.

Enfim, este post não de hoje não tem muito valor cultural, pois é muito particular, mas para quem se identificar, fico feliz.
Por que uma foto de Veneza? Porque quis lembrar dos velhos tempos em que estava trabalhando à bordo de navios de cruzeiros, tempos estes que espero recuperar e retornar em breve, pois uma vez dentro “daquilo”, você não quer mais sair! Quando fica alguns dias em terra, logo quer voltar! O desejo de estar no mar, ou dentro de um navio é imenso, parece que vai lhe consumindo aos poucos… Já quando se está lá dentro, se você não estiver psicologicamente preparado, você surta e joga tudo para o ar e logo “pede pra sair”… 1 hora depois se arrepende, mas já é tarde.

Se algum dia tiver a oportunidade, ao menos faça uma viagem de navio, ou se achar que está preparado, vá a trabalho mesmo. Não vai se arrepender, pois vale muito apena. Trabalha-se muito, mas o retorno também é equivalente, monetáriamente, culturalmente, pois conhece muitas etnias, muitos países muitos costumes, aprende novas linguas, e não tem gastos com nada.

Enfim, este post pode parecer meio confuso, e talves amanhã eu até o apague, mas enfim, é isto, vou ficando por aqui, pra comemorar o “restinho” do meu aniversário…